Para mais informações acesse o site da Fantasy Flight.
Veja também: Sid Mayer's Civilization: The Board Game (Parte 1)
O número de países envolvidos, o cenário político instável, as inúmeras batalhas e até o colorido dos uniformes e das bandeiras fazem da Era Napoleônica um prato cheio para os criadores de jogos, tanto eletrônicos como tradicionais. Nem todos servem ao gosto do público comum - os jogos que retratam as batalhas, por exemplo, são geralmente tão complexos que podem demorar mais de 12 horas, sem contar o tempo que se leva para aprender as regras.
O aspecto mais complicado de ensinar crianças muito pequenas a jogar jogos de tabuleiro é achar um jogo adequado a sua faixa etária específica. O que você precisa prestar mais atenção nesse momento de análise não é exatamente na idade, e sim na capacidade de compreensão do jogo. Lembre-se que nem tudo que você escolher precisa ensinar números, letras e cores, você pode (e deve) escolher alguns jogos apenas para diversão. Há muitas lições importantes que ela pode aprender jogando, mesmo quando é só por jogar.
O melhor jeito que encontramos de apresentar pré adolescentes aos jogos de tabuleiro é encontrando jogos que tenham um equilíbrio de sorte e estratégia. Jogos onde eles possam empregar estratégia suficiente para se sentirem desafiados ao mesmo tempo em que há sorte o suficiente para manter as chances de ganhar equilibradas, são bons para essa faixa etária.
A Zona Negativa, loja especializada em jogos de tabuleiro importados na cidade de Manaus, vem realizando há alguns meses oficinas visando a popularização dos jogos de tabuleiro modernos.
O conflito originou-se da disputa sucessória pelo trono da Inglaterra. Harold Godwinson reclamou o trono logo após a morte de Eduardo, o Confessor em janeiro de 1066. Ele contava com o apoio da Witenagemot, a assembléia dos nobres Anglo-Saxões.
No inicio da batalha a ofensiva começou com os normandos que cobriram as tropas inglesas com flechas, mas os escudos da infantaria inglesa fizeram bem o seu papel de defesa.
Confesso que comprei o jogo empolgado pelo tema e arte, mas me decepcionei um pouco. O jogo está longe de ser ruim, mas, realmente deixa a desejar.
Scarab Lords é composto de um pequeno tabuleiro que representa o reino de Hekumet e suas duas divisões, alto e baixo (alusão direta ao alto e baixo Egito antigo). Os jogadores lutam para unificar o reino e para isso utilizam, cada um, baralhos de 30 cartas que representam seu poder nas áreas cultural, religioso e militar.
O jogo é dividido em três fazes onde pode baixar cartas e uma fase extra chamada fase de supremacia onde pode utilizar os bônus por ter superioridade em uma das três citadas acima. A superioridade militar permite descartar cartas do adversário, a econômica permite comprar cartas e a religiosa permite cancelar poderes das cartas do adversário pondo marcadores de maldição.
Ganha o jogador que tiver superioridade em pelo menos duas áreas de cada região do tabuleiro ou acabar com o baralho do adversário.
As falhas que notei são que o jogo é um pouco estático, há poucas cartas com efeitos que permitam grandes reviravoltas na partida. Assim, quem começa na vantagem tem maiores chances de vencer. Além disso, há muitas cartas e efeitos que descartam o baralho adversário e assim, o jogo se torna muito rápido e previsível.
Há um modulo avançado que permite a troca de cartas dos decks por cartas de um deck adicional.
As imagens da postagem são do BGG. A edição que adquiri é ligeiramente diferentes
Knizia bateu na trave e deixou um pouco a desejar neste jogo que vale mais pelo acabamento que pela mecânica.