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sábado, 22 de outubro de 2011

Forgotten Planet e Upon a Salty Ocean

A editora italiana Giochix Edizioni lançará dois novos jogos em Essen.

Upon a Salty Ocean 
No início do século XVI, a cidade francesa de Rouen é o principal porto daquele país. A base da economia é a pesca e o comércio de peixe salgado. O sal produzido em minas é carregado em navios e usada na conservação do arenque e do bacalhau pescado no oceano Atlântico.
Os jogadores são mercadores da cidade e devem investir em navios e construções para tentarem se tornar ricos. Quem será o comerciante mais rico da cidade quando Francisco I da Françavisitar a cidade?
Cada jogador começa a partida com uma caravela carregada com três barris de sal, uma mina e 10 a 16 moedas. A partir disso, tem cinco turnos de jogo. O turno é dividido em três fases.
Na fase de evento o valor dos barris é ajustado de acordo com os tiles de evento que representam o clima e as condições que irão regular o restante da turno.
Na fase de ação, os jogadores tem opções como: comprar minas de sal, comprar barcos, pescar, vender no mercado. As ações podem ser executadas diversas vezes e o custo é igual ao número de vezes que a mesma ação já foi executada no corrente turno.
Na fase final, os jogadores produzem sal nas minas, usam habilidades especiais, etc.  
Upon a Salty Ocean é um jogo de Marco Pranzo com arte de Lamberto Azzariti (De Vulgari Eloquentia e Rio de la Plata) . O jogo pode ser disputado por dois a quatro participantes com idade  a partir de doze anos e tem duração média de 120 minutos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Amazonas

Conheça a Amazônia do século XIX neste jogo de exploração e coleta de recursos.
Uma das grandes surpresas que acompanha a descoberta do universo dos jogos de tabuleiro europeus e americanos e a variedade de títulos e temas. Há, literalmente, títulos para todos os gostos e estilos. Lembro que uma das minhas primeiras curiosidades sobre o assunto foi procurar jogos que falassem sobre Manaus ou o Amazonas. Encontrei este título de Stefan Dorra (For Sale, Medina e Kreta). O jogo parece bem interessante e, serve ainda para dar uma noção da visão que os europeus tinham e têm do Amazonas.
É o início do século XIX, e pesquisadores estão explorando a floresta Amazónica virgem em de novos e exóticos espécimes de orquídeas, piranhas, borboletas, araras e iguanas. Você embarcará nesta aventura como um desses novos exploradores! Quando chegar a uma vila, estabelecerá uma nova estação de pesquisa, construindo uma cabana, e suas descobertas lá permitirão que você colete uma ficha do espécime correspondente. No final do jogo, se você puder entregar pelo menos três fichas do mesmo espécime, receberá pontos de vitória. Você também poderá ganhar pontos por coletar fichas de todos os espécimes. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Carcassonne

Conheça um pouco sobre a história da região que deu nome a um dos mais famosos jogos de tabuleiro de todos os tempos.
Carcassonne é uma comuna francesa do departamento da Aude na região do Languedoc-Roussillon. Conta com uma população de 43 950 habitantes (1999) num território de 65,08 quilômetros quadrados.
Carcassonne encontra-se noventa quilômetros a sudeste de Toulouse, entre os Pirenéus e o Maciço Central francês. Está na encruzilhada de duas vias terrestres em uso desde a Antiguidade: a ligação do Atlântico para o Mediterrâneo e a ligação do Maciço Central a Espanha, à volta dos Pirenéus.



A primitiva ocupação da região que hoje é conhecida como Carcassone remonta a povos Celtas, Galo-romanos e Visigodos. As fundações das suas casas e muralhas da região comprovam com clareza essas sucessivas ondas migratórias.
O nome da região vem dos romanos que fortificam a colina e a denominam Julia Carsaco, mais tarde Carcasum.
Durante a Idade Média foi defendida por um imponente conjunto de fortificações, ficando circundada por uma dupla linha de muralhas, que ainda hoje pode ser vista, e representa o ápice da engenharia militar do século XIII. O traçado irregular de suas ruas estreitas contrasta com a magnificência das muralhas e do castelo guarnecido por 59 torres e barbacãs, poternas e portas.
Foi restaurada por Violet-le-Duc que lhe conferiu o atual aspecto.
Ao final do século XIX, o conjunto estava praticamente abandonado, quando foi redescoberto por turistas ingleses.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidadela foi usada como campo de prisioneiros.
Em 1997 as fortificações de Carcassonne obtém o status de património mundial pela UNESCO
Para saber mais acesse o site do Ministério da Cultura Francês a respeito da cidade.
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