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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Nile Deluxor

Um jogo sobre agricultura no Egito Antigo.
Nile é uma criação de Daniel Callister e James Mathe (Those Pesky Humans!). Cada partida pode ser disputada por dois a seis jogadores e dura, em média 30 minutos. A idade sugerida é a partir de 8 anos. A arte de Chuck Whelon produziu carta que imitam as ilustrações egípcias e tornam o jogo bem agradável visualmente.
Nile Deluxor é divulgado pelo fabricante como uma expansão do jogo Nile, mas muitos tem se referido a ele como uma substituição ao jogo antigo, já que ele trás tudo que o antigo tem e mais uma expansão (Parecido com a versão de Citadels da Fantasy Flight, que já vem com a expansão: Dark City).
O jogo simula as plantações e colheitas no Antigo Egito. É claro que o Rio Nilo transbordará e alagará suas margens, logo você deve se esforçar em colher mais do que seus oponentes para não perder sua safra.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Giza: The Great Pyramid

Mais lançamentos. A Mayfair Games deve comercializar este jogo a partir de janeiro de 2012.
Giza é o primeiro trabalho do designer David Heberer. 
No jogo, cada participante assume o papel de um mestre de obras egípcio com a obrigação de completar a pirâmide do Faraó antes de sua morte. 
O jogo usa a mecânica de locação de trabalhadores (worker placement), nele os participantes devem balancear seus recursos entre a produção de comida e a construção da pirâmide propriamente dita, competindo com os outros pela realização dos trabalhos de engenharia e de decoração da pirâmide.
Giza é um jogo para três ou quatro jogadores com tempo de duração de uma hora a uma hora e meia e é recomendado para jogadores a partir de doze anos. A arte do jogo está a cargo de David Cochard, ilustrador de Dungeon Lords, Genoa e Himalaya.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Scarab Lords

Dois Faraós lutam para unificar Hekumet, o reino de fantasia baseado no Egito antigo.

Confesso que comprei o jogo empolgado pelo tema e arte, mas me decepcionei um pouco. O jogo está longe de ser ruim, mas, realmente deixa a desejar.

Scarab Lords é composto de um pequeno tabuleiro que representa o reino de Hekumet e suas duas divisões, alto e baixo (alusão direta ao alto e baixo Egito antigo). Os jogadores lutam para unificar o reino e para isso utilizam, cada um, baralhos de 30 cartas que representam seu poder nas áreas cultural, religioso e militar.

O jogo é dividido em três fazes onde pode baixar cartas e uma fase extra chamada fase de supremacia onde pode utilizar os bônus por ter superioridade em uma das três citadas acima. A superioridade militar permite descartar cartas do adversário, a econômica permite comprar cartas e a religiosa permite cancelar poderes das cartas do adversário pondo marcadores de maldição.

Ganha o jogador que tiver superioridade em pelo menos duas áreas de cada região do tabuleiro ou acabar com o baralho do adversário.

As falhas que notei são que o jogo é um pouco estático, há poucas cartas com efeitos que permitam grandes reviravoltas na partida. Assim, quem começa na vantagem tem maiores chances de vencer. Além disso, há muitas cartas e efeitos que descartam o baralho adversário e assim, o jogo se torna muito rápido e previsível.

Há um modulo avançado que permite a troca de cartas dos decks por cartas de um deck adicional.

As imagens da postagem são do BGG. A edição que adquiri é ligeiramente diferentes

Knizia bateu na trave e deixou um pouco a desejar neste jogo que vale mais pelo acabamento que pela mecânica.

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